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sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

 GESTÃO DE RISCOS OCUPACIONAIS 

Com o novo PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, a etapa de identificação de perigos e avaliação de riscos é fundamental para a elaboração do inventário de riscos, bem como a implantação posterior do plano de ação.

Os riscos ocupacionais são classificados em 5 tipos: físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes (ou mecânicos). Lembrando ainda dos fatores psicossociais inerentes ao trabalho.

A identificação dos perigos (primeiro passo) deve ser realizada por uma equipe técnica especializada (multidisciplinar de preferência), porém, sempre com a participação dos trabalhadores.

Para cada caso, cada atividade, haverá uma avaliação diferente devido às particularidades de cada empresa, de seus processos, suas circunstâncias, sua cultura, seus valores, enfim, não há receita de bolo pronta! Tem que colocar a mão na massa!!

Para auxiliar, segue abaixo algumas publicações que podem ajudar. Confira:

Manual de identificação de avaliação de riscos laborais

Método de diagnóstico preliminar participativo dos riscos

 Manual para avaliação de riscos psicossociais no trabalho

Prevenção de riscos nos locais de trabalho

5 passos para gerenciamento de riscos

Identificação e avaliação de riscos ergonômicos

Identificação e avaliação de riscos ocupacionais

Identificação e avaliação de riscos de higiene ocupacionais

Gestão de riscos

 Guia para gerenciamento de riscos no trabalho

Matriz de avaliação de riscos (abrir Excel)


Veja também:

Identificação de perigos e avaliação de riscos 

5 passos para avaliação de riscos

Hierarquia das medidas de controle 

Percepção de riscos

Novo PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

Higiene ocupacional 

Ergonomia 

Riscos de acidentes ou mecânicos

Riscos psicossociais no trabalho

ISO 31.000 - gestão de riscos 

Medidas de controle

Proteções coletivas

Verificação da eficácia 

Sistema de gestão de SST

ISO 45.001 - SST 

Plano de Atendimento a Emergências

Investigação de acidentes

Gestão de EPI´s





terça-feira, 23 de julho de 2019



IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DOS RISCOS


A identificação dos perigos e avaliação dos riscos é o início do planejamento para a execução segura das atividades. Logo após, seguindo sempre a hierarquia de controle de riscos, implanta-se as medidas de controle adequadas visando eliminar ou reduzir a níveis aceitáveis a exposição aos perigos identificados.

Perigo é a condição para que um determinado incidente possa ocorrer.

Já o risco é a probabilidade de um dado perigo se transforme em incidente, podendo ocasionar lesão ao trabalhador ou danos ao ambiente. 

Existem diversas metodologias para a realização da identificação de perigos e avaliação de riscos. Confira alguns documentos sobre o assunto.

































quarta-feira, 4 de setembro de 2019


SEGURANÇA NA INSTALAÇÃO DE ENERGIA SOLAR

A atividade de instalação de energia solar possui diversos perigos, sendo um dos mais relevantes o trabalho em altura. Uma identificação dos perigos e avaliação dos riscos de forma satisfatória implicará na implantação de medidas de controle que visem eliminar tais perigos ou minimizá-los a níveis toleráveis, sempre seguindo a hierarquia de controle de riscos.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

 NOVO PGR - PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 

Com a revisão da NR-1, ficou instituído o PGR que irá substituir o atual e famoso PPRA a partir de janeiro/2022, fazendo parte do GRO - Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Sempre vi, durante as perícias que realizo, inúmeros PPRA’s muito ruins (muito mesmo - CTR+C e CTR+V, sem identificar perigos e avaliar os riscos corretamente das funções, quase nenhuma avaliação quantitativa ou qualitativa dos agentes). Em algumas empresas de médio e grande porte (geralmente) há alguns PPRA’s mais bem elaborados, normalmente elaborados pelo próprio SESMT ou por consultorias conceituadas. Mas ainda, quase todos, com raras exceções, não detalham as medidas de controle a serem implantadas (lembrando sempre da hierarquia de controle de riscos). 

Mas, o que vai mudar com o PGR? 

Na minha visão, houve uma orientação mais detalhada para a identificação (inventário) e o gerenciamento dos riscos (plano de ação) abrangendo agora todos os agentes (físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos/acidentes). No novo PGR tem que se classificar os riscos (matriz: severidade x probabilidade) para que as medidas de controle sejam implantadas seguindo a prioridade desta classificação, ou seja, as empresas deverão “atacar” (implantar as medidas de controle) primeiro os riscos que podem causar acidentes mais graves até chegar aos riscos mais leves. Outra novidade é a presença da preparação para emergências (um requisito exigido nas normas de gestão de segurança que agora faz parte do PGR também). 

Porém, já vi inúmeros “modelos” de PGR por aí... espero que não se repita o CTR+C e CTR+V dos PPRA’s (não existe receita de bolo - cada empresa tem sua particularidade). Seja objetivo, não precisa ficar “enchendo linguiça” no PGR. Seja claro: faça o reconhecimento dos riscos avaliando cada função, cada atividade que o trabalhador desenvolva durante a sua jornada de trabalho (converse com o trabalhador - ouça o que ele tem a dizer, não faça PGR somente sentado na cadeira  - visite e acompanhe as atividades - tem muitas situações que o trabalhador não sabe identificar por não ter conhecimento técnico - se possível, use equipe multidisciplinar). Depois, classifique os riscos para identificar o que deve ser prioridade, faça as avaliações necessárias dos agentes e detalhe as medidas de controle que deverão ser implantadas (siga a hierarquia de controle de riscos - não faça apenas uma listinha de EPI x função - isso não é medida de controle de quem faz prevenção de verdade). Monte um plano de ação decente, com especificações técnicas das medidas de controle que deverão ser implantadas, com cálculos de engenharia onde se fizer necessário, estudos de opções e justificativa técnica e econômica da opção adotada)... enfim, pratique engenharia de segurança do trabalho utilizando a ciência e não o achismo (são poucos que realmente sabem como fazer - contrate profissionais experientes!!!).

Enfim, o PGR continua fazendo o papel do PPRA, de forma mais abrangente e mais explícito como deve ser elaborado, o que na minha opinião, já deveria ser feito no PPRA (seguindo o modelo PDCA), se aproximando mais da estrutura das normas de sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho. Mas, tomara que esta mudança (chamada de modernização) sirva para melhorar o nível de controle dos perigos/riscos nas empresas, diminuindo o número de acidentes do trabalho e preservando a saúde dos trabalhadores.

Veja mais sobre PGR:

Apresentação ENIT sobre GRO/PGR - 1a parte

Apresentação ENIT sobre GRO/PGR - 2a parte

E o PCMAT?? O PGR também substituirá o PCMAT, porém deve conter alguns requisitos a mais, conforme o item 18.4.3 da nova NR-18.

Veja mais aqui: PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho da Indústria da Construção Civil

Veja o livro: Guia Para Elaboração do PGR- Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais 


CURSOS PRESENCIAIS SOBRE NOVO PGR:

Rio Branco/ AC - dia 09/12/2021 - inscrições: https://www.even3.com.br/novopgr_riobranco/

Porto Velho/ RO - dia 18/12/2021 - inscrições: https://www.even3.com.br/novopgr_pvh/

Uberlândia/ MG - dia 23/12/2021 - inscrições: https://www.even3.com.br/novopgr_udi/


Veja também:

Identificação de perigos e avaliação de riscos 

Plano de Atendimento a Emergências

Higiene ocupacional 

Gestão de EPI’s

Sistemas de gestão de segurança do trabalho 

Norma ISO 31.000 - Gestão de Riscos 

Proteções coletivas 




sábado, 17 de agosto de 2019

FISPQ - FICHA DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

Todo produto químico deve ser acompanhado da sua respectiva FISPQ. Mas, qual o seu objetivo? A FISPQ é como se fosse um manual de instruções do produto químico, informando a sua composição, perigos, medidas de armazenamento, transporte e manuseio, cuidados, medidas de emergências, entre outras.


A elaboração da FISPQ deve seguir a NBR 14.725-4 de 2014, e deve conter (no mínimo) 16 seções:
1- identificação
2- identificação de perigos
3- composição e informações sobre ingredientes
4- medidas de primeiros socorros
5- medidas de combate a incêndio
6- medidas de controle para vazamento ou derramamento
7- manuseio e armazenamento
8- controle de exposição e proteção individual
9 - propriedades físicas e químicas
10- estabilidade e reatividade
11- informações toxicológicas
12- informações ecológicas
13- considerações sobre a destinação final
14- informações sobre transporte
15-informações sobre regulamentações
16- outras informações

Lembre-se sempre de consultar se a NBR está vigente no site da ABNT (link aqui)


Normalmente, a FISPQ é obtida no site do fabricante do respectivo produto químico. Caso, não esteja disponível, entre em contato com o fabricante e solicite a FISPQ.

Perguntas e respostas sobre a FISPQ - CBCS 

Apresentação FISPQ - CRQ 

Importante ressaltar que é obrigatório o treinamento de todos os trabalhadores que utilizam produtos químicos, disponibilizando as FISPQ´s dos respectivos produtos utilizados para consulta.

Em inglês, a FISPQ significa SDS - Safety Data Sheet. Veja algumas informações também sobre o SDS.

Guia de informações sobre o SDS - HSA

Guia de informações sobre SDS - ECHA 

Guia de elaboração SDS - Australia 

Guia de elaboração SDS - OSHA EUA

Veja também: GHS - Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos  


agentes químicos

higiene ocupacional




 




terça-feira, 29 de dezembro de 2020

 GUIA DE CAMPO PARA INVESTIGAÇÃO DO ERRO HUMANO 

A publicação de Sidney Dekker é uma quebra de paradigma das investigações de acidente que resultam na identificação da causa do mesmo como erro humano do próprio acidentado. A proposta do autor é compreender que o erro humano é sintoma de problemas mais profundos e que as circunstâncias, o ambiente de trabalho, a cultura e outros fatores organizacionais determinam as causas do acidente, resultando no erro do trabalhador.

Conheça aqui a publicação 


Veja também:

Conceito de segurança em ação 

Fatores humanos e organizacionais na segurança 

Modelo do queijo suíço 

HOP - Desempenho Humano e Organizacional 








sexta-feira, 2 de agosto de 2019

SEGURANÇA NO TRABALHO RURAL

A atividade rural tem uma grande representatividade na economia brasileira e emprega mais de 18 milhões de trabalhadores (fonte: TST). Há diversas atividades com perigos e riscos ao trabalhador. A NR-31 trata deste setor em conjunto com as demais Normas Regulamentadoras aplicáveis.

A identificação destes perigos e avaliação de riscos de forma adequada proporcionará a prevenção de acidentes mediante a implantação de medidas de controle adequadas, sempre seguindo a hierarquia de controle de riscos.

Veja alguns documentos relacionados ao assunto.

Apostila - segurança no trabalho rural 

Segurança na agricultura - ILO

Saúde e segurança na agricultura - ILO

Prevenção acidentes no trabalho rural - OSHA EUROPA 

Tarefas agrárias - riscos e prevenção 

Riscos específicos e prevenção de acidentes no setor agrário 

Segurança uso maquinários setor agrícola 

Boas práticas de prevenção no uso de máquinas agrícolas 

Manual de segurança - trator e máquinas agrícolas 

Guia de autoavaliação de riscos em maquinários agrícolas 

Manual de saúde e segurança no setor agropecuário 

Manual de prevenção de riscos laborais no setor agrícola 

Prevenção de riscos - maquinários agrícolas 

Fichas de riscos por função 

Acidentes com veículos 

Veja: segurança no uso de agrotóxicos

Veja também: segurança no trabalho florestal

E ainda: higiene ocupacional

Segurança no cultivo do tomate

Segurança na indústria da banana 
















sábado, 19 de outubro de 2019

PREVENÇÃO E CONTROLE DE PERDAS


A prevenção e o controle de perdas na segurança do trabalho é mais uma ferramenta que pode auxiliar na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. O conceito básico utilizado é a investigação das causas básicas de todos os incidentes, principalmente nos incidentes que não houve nenhum tipo de perda, mas que, no futuro pode ocorrer novamente e ocasionar as indesejadas perdas (lesões, óbitos, materiais, equipamentos, produção, processos judiciais e até mesmo de imagem da empresa).

O fundamento é o uso das conhecidas pirâmides de acidentes (Bird, Heinrich e outras), que utilizam a teoria da causalidade e estabelecem proporções entre os tipos de eventos que ocorrem.

Veja abaixo alguns documentos sobre o assunto.


Prevenção e controle de perdas

Manual de controle de perdas - DNV

Administração moderna e controle de perdas - DNV

Controle e prevenção de perdas - apresentação 

Liderança prática em controle de perdas 

Prevenção de acidentes - INSST


Veja também: sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho 

Investigação de acidentes 

Aprendizado de acidentes 

Os 3 pilares para atuação na segurança do trabalho 

Cultura de segurança do trabalho 

Percepção de riscos 

Comportamento seguro 

Identificação de perigos e avaliação de riscos 

Hierarquia de controle de riscos 

EPC - Equipamentos de Proteção Coletiva 

EPI - Equipamento de Proteção Individual 












quarta-feira, 25 de setembro de 2019

SEGURANÇA NO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

O transporte de produtos perigosos requer o cumprimento de medidas de controle eficazes, trabalhadores capacitados e uma preparação para emergências.

Os produtos perigosos, devido à suas características, em caso de acidentes podem provocar danos à saúde das pessoas e a poluição do meio ambiente (ar, terra e água) e ainda danos à fauna e flora. Daí, todas as recomendações de segurança e cuidados devem ser obedecidas para a prevenção de acidentes.

Para o transporte rodoviário, o condutores devem ter o curso específico MOPP - Movimentação de Produtos Perigosos.

Veja abaixo alguns documentos sobre a segurança do transporte de produtos perigosos.


Manual de transporte de produtos perigosos 

Transporte rodoviário de produtos perigosos

Manual de produtos perigosos 

Manual de transporte - tintas e vernizes 

Segurança no transporte de produtos perigosos - HSA

Transporte rodoviário de produtos perigosos - HSA

O transporte terrestre de produtos perigosos no Mercosul 

Regulamento modelo para transporte de produtos perigosos - ONU

Classificação de produtos perigosos - OSHA - EUA

Identificação de produtos perigosos - OSHA Europa

Saúde e segurança - setor transporte - OSHA Europa

 Plano de Atendimento a Emergências de produtos perigosos

Emergências químicas

Manual de instruções para fiscalização de transporte rodoviário de produtos perigosos


Veja também: PAE - Plano de Atendimento a Emergências

Acidentes no transporte rodoviário

Segurança na manutenção de rodovias

Segurança nas atividades de pavimentação

Sinalização de segurança

Agentes químicos

Avaliação qualitativa de agentes químicos

Guia de bolso de agentes químicos - NIOSH 

FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos

GHS - Sistema Globalmente Harmonizado

Exposição a agentes químicos - controle médico

 





 

sexta-feira, 13 de setembro de 2019



SEGURANÇA EM SERVIÇOS DE REDES SUBTERRÂNEAS

As atividades de operação e manutenção em redes subterrâneas merecem atenção especial, principalmente por serem consideradas espaços confinados. Diversos acidentes já ocorreram pela falta de ventilação e condições adequadas, entre outros perigos. A identificação correta dos perigos e avaliação de riscos remete as medidas de controles necessárias, sempre seguindo a hierarquia de controle de riscos.

A HSA - Autoridade de Saúde e Segurança da Irlanda publicou um manual sobre a prevenção de perigos neste tipo atividades.

Outros manuais:








sábado, 5 de outubro de 2019


SEGURANÇA NO SETOR DE SERVIÇOS

 O setor de serviços, geralmente, possui atividades com riscos menores do que do setor industrial, porém, merecem atenção, planejamento e adoção de medidas de controle eficazes para evitar acidentes.

A identificação dos perigos, avaliação dos riscos e implantação de medidas de controle adequadas é sempre a lógica da prevenção. Lembrando sempre da hierarquia das medidas de controle de riscos que devem ser observadas.

Observar também as medidas de prevenção para atividades específicas como: trabalho em altura, serviços com eletricidade, entre outros (chamados de agentes mecânicos ou de acidentes).

 Veja abaixo alguns documentos sobre a segurança no setor de serviços.




domingo, 28 de abril de 2019

BIM - BUILDING INFORMATION MODEL

Em português BIM significa Modelagem da Informação da Construção, é o novo conceito de projetos e planejamento de obras. A obra é modelada em 3D realizando a interface de todos os projetos acrescentando-se as informações necessárias para a melhor execução da obra, como por exemplo: especificações técnicas de cada elemento, cronograma (tempo) e orçamento (custo), tornando-se 4D ou 5D (modelo virtual da obra).

Fonte: https://www.zonte.com.br/2018/12/19/bim-building-information-modeling-modelagem-da-informacao-da-construcao/


E qual o impacto do uso do BIM na segurança e saúde dos trabalhadores?

O BIM permitirá o planejamento mais preciso das etapas da obra, além do planejamento do canteiro de obras e proteções coletivas. Logo, permitirá fazer uma melhor interface com o PCMAT (quando exigido) e identificação dos perigos e avaliação dos riscos com mais precisão também. Assim, dará condições de aplicação das medidas de controle necessárias seguindo a hierarquia: eliminação, substituição, proteções coletivas, medidas administrativas e por fim, proteção individual dos trabalhadores.

Algumas publicações sobre o BIM para quem tiver o interesse:

Guia 01

Guia 02

Guia 03

Guia 04

Guia 05

Guia 06

Mapeamento BIM

Veja: comportamento seguro 

E ainda: segurança na construção civil 








domingo, 20 de outubro de 2019

MEDIDAS DE CONTROLE DOS PERIGOS NO TRABALHO 

Em todas as atividades há perigos, que devem ser identificados, avaliados e controlados adequadamente para eliminar ou minimizar a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais. É o que chamamos de medidas de controle, que devem sempre seguir uma hierarquia para a sua seleção e implantação.

Existem diversos tipos de medidas de controle, sendo as mais efetivas aquelas que não dependam do comportamento do trabalhador. Uma das ferramentas que pode auxiliar neste tarefa é o Poka Yoke.

Veja aqui o manual da HSE

Avaliação qualitativa de agentes químicos 

Ventilação local exaustora 

Ventilação geral diluidora 

EPC - Equipamentos de Proteção Coletiva 


A HSA - Autoridade de Saúde da Irlanda possui um programa que auxilia na seleção das medidas de controle de riscos. O usuário informa o tipo de atividade e os perigos identificados e o programa, chamado de BeSmart - Ferramenta de Gestão de segurança e avaliação de riscos, auxilia na seleção das medidas de controle mais adequadas. Obviamente que o programa é um auxílio e cabe sempre a avaliação técnica se a indicação do programa é a mais adequada para cada caso.

Acesse aqui o Programa BeSmart - HSA

Veja abaixo alguns documentos do programa para auxiliar no processo. Na Irlanda, a legislação determina que deve haver nas empresas um representante da segurança, semelhante ao papel do SESMT no Brasil.

Guia do representante de segurança 

Checklist de levantamento de perigos - geral 

Checklist de levantamento de perigos - construção civil

Para algumas atividades, visando facilitar o entendimento (até para quem não entenda inglês) utiliza-se alguns documentos abaixo baseados em pictogramas para o levantamento de perigos e seleção das medidas de controle sugeridas. Ressalta-se que, em cada caso, deve-se avaliar tecnicamente se as opções sugeridas são as mais adequadas e eficientes (pois, elas são um guia geral e podem surgir casos onde sejam necessárias outras medidas de controle). As demais atividades podem ser feitas diretamente no programa.

Levantamento de perigos e seleção de medidas de controles - manutenção e/ou reformas edificações 

Levantamento de perigos e seleção de medidas de controles - trabalhando em rodovias 

Levantamento de perigos e seleção de medidas de controles - serviços de engenharia civil

Levantamento de perigos e seleção de medidas de controles - demolições 

Levantamento de perigos e seleção de medidas de controles - Construção de edificações residenciais 

Levantamento de perigos e seleção de medidas de controles - construção de edificações comerciais 






Veja também: identificação de perigos e avaliação de riscos 

Percepção de riscos 

Poka Yoke na segurança do trabalho 

Hierarquia das medidas de controle de riscos 











domingo, 26 de maio de 2019

PAE- PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS


O plano de emergência é o planejamento para respostas a emergências. Para elabora-lo é necessário realizar a identificação dos perigos e avaliação dos riscos relacionadas às atividades desenvolvidas pela empresa. Quando os controles falharem e/ou ocorrer alguma situação não controlada, pode ocorrer uma situação de emergência.

E quando ocorrer alguma emergência, o que vamos fazer? Como fazer? Quem vai fazer o que? Quais os recursos serão necessários? Quais os apoios necessários? Quais as rotas de fuga? Para onde e como serão levadas as vítimas? Estas e outras perguntas, devem ser respondidas no PAE.

Os simulados é uma ferramenta importante para verificar se todas as respostas previstas no PAE serão suficientes e adequadas.

Conheça alguns documentos que poderão auxiliar na elaboração de um PAE.


Guia de elaboração PAE - catástrofes hospitais

Exemplo de PAE

Guia de orientações para elaboração de simulados - Defesa civil MG

Manual para elaboração PAE - transporte produtos perigosos DNIT

Atendimento a emergências com produtos perigosos

Manual de resgate pré-hospitalar - CB-GO

Guia para elaboração PAE - inundações 

Guia preparação de respostas a desastres 

Guia de elaboração de PAE - desastres

Guia de respostas a emergências - Canada

Guia de respostas a emergências com eletricidade 

Como elaborar um PAE - OSHA

Exemplo PAE - universidade Massachusetts 

Exemplo de PAE - Transporte Produtos Perigosos

NBR 14.276 - brigada de emergência 

NBR 15.219 - plano emergência para incêndios 

Manual de formação de brigadistas

Veja também: GHS - sistema globalmente harmonizado